Descobri ontem quando arrumava umas gavetas algumas fotos com mais de 30 anos!
Tiradas no Baleal, Montemor o Novo e Badajoz
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domingo, 27 de janeiro de 2013
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
A Primeira Vez ao Montejunto
A orografia da Serra de Montejunto marca toda a região Oeste, em todos os domínios, vistas, clima, flora, fauna, altitude, sendo um desafio para quem anda de bicicleta. Quando comecei a fazer cicloturismo, os companheiros falavam sempre que era um grande desafio subir o Montejunto até às antenas. Uns diziam: eu já lá fui, eu também e por aí a fora, alguns já por lá se tinham aventurado, salientando sempre que era uma subida difícil, muito mais por Pragança do que por Vila Verde de Francos. Andei dois ou três anos a andar à sua volta mas sem ter ganho coragem para me aventurar, os 15% de inclinação em algumas fases e uma inclinação média de 9% não eram convidativas. Mas como era inevitável, depois de esconjurado o receio, o tal dia chegou. Eu o Cazé, que já lá tinha ido, o Norberto, o Pinto e mais três ou quatro companheiros de que não me ocorre o nome, partiram para a temida subida. Saímos de Caldas, Óbidos, Bombarral, Sanguinhal, Pêro Moniz, Martim Joanes, Chão de Sapo, arrabaldes de Pragança (cerca de 38 km), Pragança,onde se começa logo a subir, em ritmo “docement”. A abordagem é temerosa, uns começaram mais fortes que outros, eu pus o meu passo sem me preocupar com os outros e lá fui subindo no 42x23, que era o máximo que possuía, umas vezes melhor outras pior. A meio apanhamos o Norberto a dizer que desistia, não aguentava mais, esgotou-se com um ritmo demasiado forte. Eu e os outros lá íamos, tendo eu chegado a uma altura que disse para o Cazé que voltava para trás. Ele é que dizendo que estávamos quase a chegar o que me animou e das fraquezas fiz forças. Próximo do Quartel há uns planos e eu nessa altura pensando que era o fim, armado em esperto, dei uma sapatada, mal eu sabia que ainda faltavam cerca de 2 km, que foram feitos já em grande esforço. Depois a descida foi sempre a esgalhar, como sempre fui pesado, descidas é comigo. Foi uma grande vitória, passámos a ter no nosso currículo “aquela” subida!! Depois voltei lá mais uma ou outra vez, coisa que hoje nem sequer me passa pela cabeça.É um local excelente para se visitar, para ver isto e tudo o resto, mesmo que se deixe a bicicleta em casa como é o meu caso.
Foto tirada daqui
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
1º Caldas - Badajoz
Hoje o post é dedicado ao 1º Caldas Badajoz realizado nos dia 8 e 9 de Maio de 1982, evento em que também participei na 12ª equipa e que era constituída por mim, Cazé, Norberto, José Almeida e José Silva.
Na preparação para esta “prova” fizemos milhares de kilómetros, o que nos permitiu fazer o percurso com uma perna às costa, como se costuma dizer. Eu treinava às terças, e quintas feiras, a que chamávamos os treinos clandestinos, e fazia cerca de 50 km em cada saída. Depois aos sábados e domingos, já em grupo, nunca se fazia menos de 100 km por saída. Isto dava sempre pelo menos 300 km por semana, ora os km é que fazem o ciclista, quando há km nas pernas tudo se torna mais fácil.
Pois no dia aprazado e de acordo com a ficha de presenças, compareceram 115 cicloturistas, que se fizeram à estrada logo bem cedo, com partida do campo da Mata. O percurso: Dia 8 - Caldas, Rio Maior, Santarém, Coruche (almoço), Couço, Mora e Montemor o Novo onde se pernoitou. Dia 9 – Montemor, Arraiolos, Estremoz, Elvas e Badajoz, sendo a chegada junto ao Ayuntamiento desta cidade Espanhola. Os cerca de 260 km foram feitos sem grandes problemas por todos.
Há que salientar que três valentes, o Alberto Campos, o Roque e o falecido Albano da Ota, fizeram o percurso de uma tirada, saíram de Caldas bem cedo e chegaram a Badajoz praticamente ao mesmo tempo que nós.
Na preparação para esta “prova” fizemos milhares de kilómetros, o que nos permitiu fazer o percurso com uma perna às costa, como se costuma dizer. Eu treinava às terças, e quintas feiras, a que chamávamos os treinos clandestinos, e fazia cerca de 50 km em cada saída. Depois aos sábados e domingos, já em grupo, nunca se fazia menos de 100 km por saída. Isto dava sempre pelo menos 300 km por semana, ora os km é que fazem o ciclista, quando há km nas pernas tudo se torna mais fácil.
Pois no dia aprazado e de acordo com a ficha de presenças, compareceram 115 cicloturistas, que se fizeram à estrada logo bem cedo, com partida do campo da Mata. O percurso: Dia 8 - Caldas, Rio Maior, Santarém, Coruche (almoço), Couço, Mora e Montemor o Novo onde se pernoitou. Dia 9 – Montemor, Arraiolos, Estremoz, Elvas e Badajoz, sendo a chegada junto ao Ayuntamiento desta cidade Espanhola. Os cerca de 260 km foram feitos sem grandes problemas por todos.
Há que salientar que três valentes, o Alberto Campos, o Roque e o falecido Albano da Ota, fizeram o percurso de uma tirada, saíram de Caldas bem cedo e chegaram a Badajoz praticamente ao mesmo tempo que nós.
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